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Mostrando postagens de Agosto, 2012

Albinismo

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O albinismo (acromia, acromasia ou acromatose) é um distúrbio congênito caracterizado pela ausência parcial ou total de melanina na pele, cabelos e olhos, conferindo a essas estruturas uma coloração excessivamente esbranquiçada. Se faltar pigmentação à pele, ela fica mais suscetível a queimaduras solares e ao câncer de pele. Quando afeta os olhos, o albinismo é associado a um número de defeitos de visão, como fotofobia, nistagmo e/ou estrabismo. Ele afeta por igual os homens e mulheres e também pode aparecer nos animais não humanos e nos vegetais, em que faltem alguns compostos corantes, como o caroteno.

Ele pode ser oculocutâneo, se todo o corpo for afetado; ocular, se afetar somente os olhos; parcial, se faltar melanina apenas em algumas partes do corpo, mas não em outras.

Normalmente, o organismo transforma a tirosina em melanina, pela ação de uma enzima, a tirosinase. Nos indivíduos que sofrem de albinismo este caminho metabólico está alterado. O albinismo é uma condição genética…

Divulgação: Programa Eu Cuido

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Conheça o Programa Eu Cuido, o programa de suporte ao tratamento da Leucemia Mieloide Crônica, para os profissionais de saúde e pacientes



O que é o Programa Eu Cuido?

É um portal de informações dedicado exclusivamente a Leucemia Mieloide Crônica, com ênfase na adesão ao tratamento escolhido pela equipe médica assistente, apoiado pela BMS.

Como acessar o Programa Eu Cuido?

Acesse o site Eu Cuido em www.programaeucuido.com.br
Na página inicial escolha a opção de acordo com o seu perfil (médicos, farmacêuticos, enfermeiros e outros profissionais, além de pacientes, cuidadores e familiares). Siga o passo a passo para o seu cadastramento.

Conteúdos

• Profissionais de saúde: vídeo aulas científicas, artigos comentados, materiais para download.

• Para pacientes, cuidadores e familiares: vídeos depoimentos de profissionais atuantes na área, matérias de bem estar e suporte ao tratamento, material para download.

Tratamento psicológico pode auxiliar pessoas com problemas de pele!

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Pessoas que sofrem com problemas de pele, como a psoríase ou a dermatite atópica, podem se beneficiar de intervenções psicológicas. Pesquisadores da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, realizaram uma meta-análise de 22 estudos envolvendo mais de 900 participantes.

Foram selecionados quatro tipos de intervenção para análise: reversão de hábito, terapia comportamental cognitiva, redução excitação e técnicas combinadas. A reversão de hábito teve o maior efeito, seguido de terapia cognitivo-comportamental, redução de excitação e técnicas combinadas.

O estudo foi publicado no British Journal of Dermatology.

Dermatite atópica (ou eczema atópico) é um processo inflamatório crônico da pele caracterizado por lesões avermelhadas, que coçam muito e, às vezes, descamam. Geralmente, elas se localizam na face das crianças pequenas e nas dobras do joelho e cotovelo das crianças maiores e dos adultos. A dermatite atópica pode estar associada a outras atopias, como bronquite, asma e rinite, por …

Transplante renal

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Os rins recebem sangue arterial diretamente do coração e depois que o purificam das substâncias nocivas ao organismo, como a amônia, a ureia, o ácido úrico e outras, o devolvem pelas veias renais, enquanto a urina filtrada desce pelos ureteres, rumo à bexiga.

Além desse papel de “filtro”, os rins têm um papel ativo, secretando substâncias importantes para o organismo. Quando o processo de filtragem falha por algum motivo, a pessoa entra em insuficiência renal, que pode tornar-se crônica e que, ao atingir determinados limites, passa a exigir diálise ou transplante renal como solução para purificar o sangue.

O transplante renal é a substituição dos rins doentes por um rim saudável de um doador vivo ou cadavérico e é o tratamento de escolha para os pacientes com doença renal terminal ou para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes, sendo o recurso mais próximo dos rins normais.

É necessário que o sangue e os tecidos do doador (vivo ou não) sejam compatíveis com os do receptor. Em…

Leucodistrofia Metacromática

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A Leucodistrofia Metacromática (LDM), também conhecida como Sulfatidose, é uma doença genética causada por problemas no metabolismo da mielina, uma espécie de gordura que forma o revestimento protetor da maioria das células nervosas. Essa “capa” permite que estímulos elétricos sejam trocados entre as células. Por isso, danos neste revestimento interrompem a passagem do estímulo elétrico, o que leva ao surgimento de sinais e sintomas neurológicos no paciente.

Os problemas de metabolismo nas células nervosas são causados por falta da enzima arilsulfatase A ou, de forma mais rara, pela deficiência da proteína ativadora SAP 1.

Na falta de arilsulfatase A, ocorre o acúmulo de substâncias celulares no cérebro e nos nervos periféricos e, em menores quantidades, nos rins, vesícula biliar e órgãos viscerais.

Na maioria dos casos, a doença se manifesta ao redor dos dois anos de idade, mas também pode surgir aos três anos, por volta dos quinze e ainda em adultos. A doença pode ser classificada …

Ejaculação precoce

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O site Ansiedade.Com tem artigo sério e didático sobre a EP, incluindo comentários sobre seu tratamento. Veja um trecho:

"O uso de ansiolíticos e de antidepressivos costumam ser muito úteis nestes casos. Existem inclusive antidepressivos que podem ser prescritos especificamente para problemas de ejaculação precoce A dessensibilização através de condicionamento é uma espécie de treino que o casal deve fazer para diminuir a hiper reatividade.

A parceira estimula o pênis até o homem dizer que sente que a ejaculação está chegando, ai ela para de estimular, espera as coisas acalmarem e depois inicia novamente. O sexo oral e a manipulação do pênis são essenciais neste método que exige paciência e a colaboração da parceira.

Segundo, a ansiedade do homem de impressionar sexualmente a mulher. Todos sabemos que vivemos em uma cultura machista, onde o homem tem a obrigação moral de ter um bom desempenho sexual, que ele deve manter o pênis ereto e satisfazer a mulher total e completamente.

Dormir pouco aumenta o peso?

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Muitas pessoas acreditam que as pessoas obesas são dorminhocas, mas os estudos têm revelado que na verdade as pessoas que têm seu peso em elevação, ou mesmo os obesos, apresentam insônia ou dificuldades para dormir em graus variados.

A falta de repouso noturno eficiente é um fator real para dificultar o emagrecimento e mesmo causador de obesidade.

Quais os mecanismos biológicos da relação entre os dois fatores?

Uma pesquisa efetuada na Universidade de Chicago em 2004 (oito anos atrás!) fez um experimento simples com um grupo de rapazes, pedindo a eles que dormissem por duas noites apenas quatro horas, enquanto um outro grupo poderia dormir por até nove horas.

Em seguida os pesquisadores fizeram avaliações bioquímicas em todos os voluntários com o objetivo de avaliar valores sanguíneos e constataram que a falta de sono faz aumentar em cerca de trinta por cento o índice de um hormônio chamado grelina, produzido principalmente no estômago e que é responsável pela sensação de fome.

Seria…

Aula de música beneficiam crianças mesmo após o abandono da prática

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Crianças que fazem aulas de música durante a infância podem colher benefícios do aprendizado mesmo anos depois de abandonarem a prática.

De acordo com uma nova pesquisa, apenas alguns anos de treinamento musical na infância podem melhorar a forma como o cérebro processa sons na vida adulta, ajudando a pessoa a desenvolver melhores habilidades auditivas e de aprendizado.

“Baseado no que nós já sabemos sobre as formas como a música ajuda na formação do cérebro, o estudo sugere que sessões curtas de aula de música podem melhorar a audição e o aprendizado durante toda a vida”, explica a pesquisadora Nina Kraus, da Universidade Northwestern. Pesquisas anteriores desenvolvidas por Kraus também mostram que “alguns anos de aulas de música também fornecem vantagens para a forma como a pessoa percebe e aborda sons em situações cotidianas de comunicação, como restaurantes barulhentos ou o uso do transporte público”, completa a cientista.

O estudo foi publicado no periódico Neuroscience.

Pterígio

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O pterígio, termo originário do grego (pterygion= asinha), caracteriza-se pela presença de uma massa fibrovascular da conjuntiva, triangular e elevada, que cresce a partir do ângulo interno do olho em direção à córnea. Embora comumente o pterígio encontra-se localizado no canto interno dos olhos, ele pode aparecer no canto externo, mais raramente.

A conjuntiva é a membrana encontrada sobre a esclera e a parte interna das pálpebras.

A córnea, por sua vez, é uma membrana transparente que normalmente não contém vasos sanguíneos, o que possibilita a passagem da luz através dela. Já no pterígio, a membrana que se alastra em direção à córnea pode recobri-la com vasos sanguíneos e tecido fibroso, dificultando a visão.

As causas exatas do pterígio ainda não são conhecidas, mas sabe-se que fatores genéticos e ambientais se combinam para favorecer o seu surgimento. Entre os fatores ambientais contam-se a exposição à poeira, ao vento e à radiação ultravioleta. Por isso, o pterígio tem maior i…

Pé chato

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O pé é uma estrutura complexa destinada a suportar o peso do corpo. Em condições normais, a planta do pé é curva, tendo a forma de uma hemicúpula aberta internamente, de modo a permitir a repartição do peso do corpo pelos vários pontos de apoio. Assim, a sola do pé não se apoia integralmente no solo.

A ortopedia usa o termo pé chato (ou pé plano) para designar uma deformidade oriunda do achatamento de um ou mais arcos do pé. Este achatamento faz com que quase toda a sola dos pés entre em contato com o chão. O arco do pé desaparece quando o pé apoia no chão e reaparece quando a criança levanta os artelhos ou fica na ponta dos pés. É uma condição que normalmente acomete a maioria das crianças até os 3 ou 4 anos de idade, quando começa a ocorrer o desenvolvimento normal do arco do pé, mas que geralmente não ocasiona sintomas.

Muitos adultos com pé chato desde a infância nunca se deram conta disso.

O pé da criança não é apenas uma miniatura do pé do adulto, mas é diferente dele, tanto es…

Síndromes das Deficiências Mentais

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São várias as situações onde a função cerebral está A educação especial é necessária para a maioria dos indivíduos com Deficiência Mental, e nesse esquema pode haver bons avanços e realizações terapêuticas, assim como, boas possibilidades de desenvolvimentos satisfatório da função comprometida. Vejamos algumas dessas deficiências.


Esclerose Tuberosa e Síndrome de Rubinstein-Taybi

Esclerose Tuberosa ou Doença de Bourneville, é uma doença genética de caráter autossômico dominante com manifestações neurocutâneas, classificada como uma Hamartose ou Facomatose. Os hamartomas e lesões neoplásicas benignas da Esclerose Tuberosa invariavelmente acometem o Sistema Nervoso Central. Levanta-se a hipótese de Esclerose Tuberosa, quando o caso apresenta simultaneamente Retardo Mental, epilepsia e lesões faciais.

Embora o primeiro relato de caso identificado hoje como Síndrome de Rubinstein-Taybi tenha sido em 1957, foi em 1963 que Jack H. Rubinstein & Hooshang Taybi descreveram o quadro de se…

Astigmatismo

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Astigmatismo é uma forma de anomalia da visão que consiste na formação de vários focos da imagem percebida, em vários eixos diferentes. Nos casos de astigmatismo a curvatura da córnea é ovalada, e não redonda como normalmente, e esta alteração faz com que a luz se refrate em vários pontos da retina, em vez de se focar em apenas um ponto, como é normal. As imagens percebidas ficam embaçadas e, tanto os objetos próximos como os distantes, aparecem como distorcidos, como se estivessem sendo vistos através de um vidro ondulado.

A córnea, que geralmente tem uma superfície esférica, torna-se ovalada no astigmatismo, como uma bola de futebol americano. Em geral, o astigmatismo existe desde o nascimento e quase não varia durante a vida, mas pode surgir também depois de um trauma, uma cirurgia ocular ou após doenças oculares. Essa deformidade quase sempre é hereditária e pode ocorrer em conjunto com a hipermetropia ou com a presbiopia. Com o passar dos anos, pode desenvolver-se um astigmatism…

Vitiligo

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A palavra latina, da qual deriva "vitiligo" significa mancha branca na pele; a palavra vitium, defeito físico ou "falta" - aliás, do ponto de vista psicológico, esta última associação é bastante compatível com os sentidos dessa doença autoimune.

Afinal, é consenso que os sinais aparecem vinculados a situações de estresse, ligadas a vivências de ameaças ou perda de algo ou de alguém muito querido.

A alteração na pigmentação da pele é clinicamente caracterizada pela acromia (aparecimento de pontas claras). Segundo dermatologistas, experiências estressantes, que parecem excessivas para o psiquismo, aniquilam as defesas orgânicas, fazendo com que apareça uma espécie de falha do mecanismo de enfrentamento.

Esse processo ativa "medidas de emergências", transmitidas neurologicamente, que alteram o equilíbrio biológico, fazendo com que surja a doença de pele.

Para controle do vitiligo são utilizados são utilizados atualmente tratamento à base de laser, combinado…

Quando se indica o tratamento e/ou medicamentoso em questões emocionais ?

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Antigamente dizia-se que todos os quadros de natureza "neurótica", ou seja, aqueles que eram conseqüência de algum problema vivencial, alguma experiência traumática, alguma fase de estresse, deveriam ser tratados exclusivamente com psicoterapia, ou seja, sem medicamentos.
Dizia-se ainda, que todos os quadros ditos "endógenos", ou seja, que apareciam independentemente das vivências, como as psicoses e as depressões graves, deveriam ser exclusivamente tratados com medicamentos.

Hoje, entretanto, sabemos que a indicação para terapia ou para tratamento medicamentoso deve ser avaliada caso-a-caso. De um modo geral, a associação medicamento-psicoterapia parece ser mais eficiente para os transtornos emocionais do que qualquer um desses tratamentos isoladamente.

Muitas vezes os medicamentos são indispensáveis e insuficientes (sem eles não dá para tratar e só com eles também).
Excluindo-se os surtos agudos, onde o juízo crítico está seriamente prejudicado, portanto, possiv…

Experiências do sexo frágil!

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Embora as questões da sexualidade sejam conversadas abertamente na atualidade, ainda há jovens que apresentam constrangimento quando o assunto é menstruação. A própria menstruação, em seus primeiros episódios, particularmente.

Uma estudante chamada Rachel Kauder, de dezoito anos escreveu um livro entitulado "Meu livo vermelho", que relata sua primeira experiência com esse fenômeno natural que ainda dá para as jovens uma certa dificuldade.

Aos doze anos e idade ela se sentiu envergonhada por conta de uma mancha vermelha que surgiu em sua roupa de banho, enquanto brincava na água em um passeio com a família. Para agravar a situação, seu pai e sua irmã espalharam a novidade para a família toda.

Após alguns anos, em uma oportunidade na qual ela deveria fazer uma redação, ela experimentou escrever sobre sua experiência e percebeu que aconteceu algo de construtivo com relação às outras jovens.

Decidiu, então, colher o depoimento de parentes, amigas e professoras sobre o assunto.

Psoríase

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A psoríase é uma doença dermatológica benigna, autoimune, genética e não contagiosa, de etiologia ainda desconhecida. A doença tem um curso crônico, para toda a vida, imprevisível, praticamente único para cada caso e que evolui por surtos de pioras e melhoras ou remissões temporárias. Esse curso, contudo, permite ao paciente levar uma vida relativamente normal, desde que ele aprenda a conviver adequadamente com a enfermidade.

A causa última da psoríase ainda é desconhecida, mas sabe-se de alguns fatores que interferem na melhora, piora ou remissão da doença, tais como fatores genéticos e psicológicos, estresse, exposição ao frio, uso de certos medicamentos e ingestão de bebidas alcoólicas.

A psoríase é mais frequente na faixa etária entre 20 e 40 anos, embora possa surgir em qualquer fase da vida. Incide igualmente nos dois sexos e com maior frequência em pessoas de raça branca, sendo bem mais rara nas outras raças.

Na maioria dos casos, apenas a pele é acometida. Em alguns poucos ca…

Terminando o assunto sobre frutas!

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Coco: o coco é originário do arquipélago malaio e entre nós é conhecido como coco da Bahia, por ter melhor se adaptado ao clima daquele estado, que é hoje o principal produtor brasileiro. É uma planta típica de regiões tropicais. O solo ideal para o coco é alcalino e úmido; o clima deve ser quente; o coco não gosta de temperaturas frias (abaixo de 17º). Os solos mais propícios para ele são os de textura arenosa e arenoargilosa. O coco é excelente substituto da carne, do queijo, do ovo e do leite. Como nutriente, o coco verde é equivalente ao leite materno. No Havaí algumas mães costumam amamentar os recém-nascidos com leite de coco. É rico em proteínas, gorduras, calorias, sais, hidratos de carbono e vitaminas A, B1, B2, B5 e C e tem um bom teor de sais minerais (potássio, sódio, fósforo e cloro) e de fibras, importantes para regularizar a atividade intestinal. Em virtude de conter sais de potássio e sódio, torna-se um alimento adequado contra a aterosclerose, além de ser um bom alime…

Arginina

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A arginina é um aminoácido condicionalmente essencial, ou seja, em condições normais, o organismo consegue sintetizá-la, porém, em determinadas situações, como períodos de rápido crescimento celular (na infância e em certas doenças), é necessário adquiri-la por meio da dieta. É comumente utilizada pelos atletas com intuito de incrementar a massa muscular, encurtar o período de recuperação entre os treinos, aumentar a força e o desempenho na atividade física.

A arginina pode ser encontrada em alimentos genericamente ricos em proteínas, como a carne, peixe, leite e derivados.

É comumente utilizada pelos atletas com intuito de incrementar a massa muscular, encurtar o período de recuperação entre os treinos, aumentar a força e o desempenho na atividade física.

A administração oral de arginina tem sido relacionada com a melhora do desempenho físico por provável diminuição da fadiga muscular. Esse efeito seria associado à vasodilatação promovida pelo óxido nítrico, resultando no aumento da…

Mais frutas!

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As frutas têm grande valor nutritivo, além de certos efeitos sobre a fisiologia1 e até mesmo atuam beneficamente sobre determinadas enfermidades. Elas, contudo, não devem ser vistas como tratamento para nenhum quadro clínico, mas apenas como medidas coadjuvantes, de efeitos limitados.

Elas não substituem as medicações, quando necessárias, e seus efeitos só se referem aos sintomas, não às causas das doenças. As propriedades aqui apontadas só valem para o consumo regular e prolongado da fruta e não para o uso esporádico delas.


Pera: há diversos tipos de pera. No Brasil as variedades mais conhecidas são a pera willians, a pera-d'água, a pera de pé curto e a pera red (casca vermelha). Dependendo da espécie, ela pode ser de cor amarela, verde ou vermelha. A polpa varia, podendo ser macia, dura ou granulosa. A pera é uma fruta própria de climas temperados, que contém muita água, sendo, portanto, ideal para pessoas que estejam fazendo dieta. É rica em sais minerais (potássio, sódio, fer…

Frutas: importantes para a "economia" do organismo!

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As frutas têm grande valor nutritivo, além de certos efeitos sobre a fisiologia1 e até mesmo atuam beneficamente sobre determinadas enfermidades. Elas, contudo, não devem ser vistas como tratamento para nenhum quadro clínico, mas apenas como medidas coadjuvantes, de efeitos limitados.

Elas não substituem as medicações, quando necessárias, e seus efeitos só se referem aos sintomas, não às causas das doenças. As propriedades aqui apontadas só valem para o consumo regular e prolongado da fruta e não para o uso esporádico delas.


Laranja: a laranja é uma fruta híbrida, pouco calórica, criada a partir do cruzamento do pomelo e da tangerina. Pode ser descascada e comida ao natural, espremida para obter suco ou usada para fazer doces, bolos ou geleias. O sabor da laranja varia do doce ao levemente ácido. Os pequenos caroços duros, habitualmente não comidos, podem ser usados em algumas receitas. Igualmente, a casca pode ser usada em diversos pratos, seja como ornamentação, seja para acrescent…

Ácido úrico

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O ácido úrico é uma substância produzida normalmente pelo organismo. Ele é um produto que resulta do metabolismo da purina (uma proteína contida em vários alimentos e no próprio organismo) e é eliminado principalmente pela urina e, em menores quantidades, pela bile e pelas fezes. O nível de ácido úrico no sangue depende do ritmo da sua produção e eliminação, mas a concentração excessiva ou o déficit dele causam sintomas. Seu excesso provoca o depósito de cristais em vários órgãos do corpo, principalmente articulações, causando gota, e rins, causando cálculos. Níveis baixos de ácido úrico indicam a possibilidade de doença de Wilson ou câncer, bem como o uso de certos fármacos. A dosagem sanguínea do ácido úrico é usada também para fornecer uma noção indireta do estado da filtração renal.

O excesso de ácido úrico, por ingestão excessiva ou produção aumentada, ocasiona o depósito de cristais de urato de sódio nas articulações, sob a pele, nos rins e em vários outros órgãos do corpo. O d…

Doença De Sandhoff (Gangliosidose G(M2) Tipo II; Doença da Deficiência de Hoxosaminidase A e B)

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Imagem retirada a pedido.


Doença hereditária autossômica causada por deficiência das enzimas hexosaminidase A & B (v. BETA-N-ACETILHEXOSAMINIDASE) que leva ao acúmulo de gangliosídeo GM2 e globosídeo esfingolipídeo em neurônios e outros órgãos.

As manifestações clínicas assemelham-se à doença de tay-sachs, mas a doença não se limita aos judeus asquenazi e pode caracterizar-se por hepatosplenomegalia.

A forma infantil se apresenta nos primeiros 4 meses de vida com atraso psicomotor, hipotonia seguida de espasticidade e manchas vermelho-cereja na mácula. Foram relatados raros casos das formas juvenil e adulta. (Tradução livre do original: Menkes, Textbook of Child Neurology, 5th ed, p92)

Doença de Tay-Sachs

Gangliosidose hereditária recessiva autossômica, caracterizada pelo início nos primeiros 6 meses de vida por uma resposta alarmante exagerada, atraso no desenvolvimento psicomotor, hipotonia (seguida de espasticidade), perda visual e mancha vermelho-cereja macular.

A enzima he…

Vista embaçada

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A hipermetropia é uma alteração na focalização das imagens dos objetos percebidos, a qual passa a se formar para além da retina. Isso acontece ou porque o globo ocular é um pouco menor do que o normal ou porque a córnea ou o cristalino têm o seu poder refrativo diminuído. A pessoa hipermétrope geralmente enxerga melhor de longe que de perto. Se um objeto situado longe do olho for se aproximando pouco a pouco, será visto cada vez mais embaçado. Ao tentar enxergar de perto (para ler, por exemplo) a pessoa não consegue focalizar a imagem e sente desconforto visual, geralmente referido como cansaço ou dor de cabeça.

Grande número de crianças apresenta uma hipermetropia fisiológica que se compensa com o tempo, uma vez que os seus olhos normalmente são menores do que o que deveriam ser.

Contudo, como as crianças têm um maior poder de acomodação do que os adultos, elas suportam graus elevados de hipermetropia sem sintomas. O grau de hipermetropia geralmente diminui com o crescimento do olh…

Omeprazóis da vida..

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Interação de alguns medicamentos com os que tratam seu estômago:

Omeprazol

+ Carbamazepina = lentificação renal

+ Dizepan = lentificação renal

+ Digoxina = aumento de absorção

+ Nifedipina = aumento de absorção e lentificação renal


Lansoprazol

+ Contraceptivos = resultados dúbios no tratamento


Esomeprazol

+ Diapepan = lentificação renal

+ Fenitoína = lentificação renal


Rabrepazol

+ Digoxina = aumento de absorção


Pantoprazol

parece não apresentar interação com outros medicamentos

Ansiedade de Separação na Infância

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As crianças com Ansiedade de Separação podem ser incapazes de permanecer em um quarto sozinhas, podem exibir um comportamento muito adesivo à pessoa de forte vínculo afetivo (normalmente a mãe), costumam andar juntos como uma sombra atrás dos pais, não só fora do lar como até por toda a própria casa e sofrem muito diante da possibilidade de ficarem separadas.

Sintomas de ansiedade são relativamente comuns em crianças e adolescentes, e a ansiedade patológica, incluindo o Transtorno de Separação na Infância é um problema clínico freqüente nesta faixa etária. Por estas razões, todos os profissionais que lidam com crianças e adolescentes devem estar conscientizados sobre as possíveis manifestações de ansiedade nesta faixa etária.

Esse apelo é especialmente dirigido aos pediatras, inegavelmente os primeiros a tomarem contacto com a criança ansiosa e, infelizmente, os maiores responsáveis pelo não tratamento da ansiedade nesses pacientes. Exceto alguma coisa do tipo maracujá, dificilmente…