Para realizar os movimentos de nossos braços e pernas, é preciso planejar a ação no cérebro antes de executá-la.
Imagine esse planejamento como um passageiro de um trem que precisa seguir de uma estação (cérebro) para outra (músculos).
Um trauma por acidente ou arma de fogo causa lesão da medula espinal que destrói essa linha férrea imaginária, além de impedir a reconstrução de seus trilhos.
Artigo publicado mês passado na conceituada revista científica da Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental (FASEB JOURNAL) por cientistas do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ descreve a aplicação de um biopolímero capaz de promover a (re)comunicação nervosa entre mente e corpo.
Em outras palavras, os autores aplicaram in loco a forma polimerizada de uma proteína chamada laminina, recuperando a função motora de ratos que sofreram lesão da medula espinal por compressão torácica parcial ou completa transecção.
A recuperação de movimentos está associada à regeneração dos neurônios (rompidos em virtude da lesão) e redução no processo inflamatório, comum após trauma no sistema nervoso.
Em virtude da natureza do laminina (que pode ser obtida da placenta humana após o parto), sugere-se a possibilidade de criação de um produto para aplicação em seres humanos, desde que imediatamente após o trauma.
Pode se ver que a tecnologia caminha em passos largos para ajudar a humanidade.
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