Pessoas com rostos de aparência jovem - que não refletem sua verdadeira idade - tendem a viver mais do que as que aparentam ser mais velhas do que sua idade real, diz um estudo.
Cientistas dinamarqueses estudaram 387 casais de gêmeos e concluíram que a aparência é um indicador de probabilidade de longevidade.
Como parte do estudo, enfermeiras, professores estagiários e colegas foram convidados a tentar adivinhar a idade dos gêmeos com base em fotografias.
De maneira geral, os indivíduos tidos como mais jovens viveram mais do que o irmão ou irmã de aparência mais velha.
O estudo foi detalhado em artigo publicado na revista científica British Medical Journal.
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