Um estudo do periódico Obstetrics & Gynecology avaliou a busca de mulheres por anticoncepcionais de emergência pela internet, através do site The Emergency Contraceptive Website (http://ec.princeton.edu).
Segundo os resultados, as participantes eram, em sua maioria, brancas, com nível superior e residentes na zona urbana. Foram citadas dificuldades estruturais no acesso a pílulas de emergência. Houve pouco entusiasmo para acesso sem prescrição devido à preocupação de que os parceiros pudessem ter comportamentos sexuais de risco. A consulta com um profissional de saúde foi valorizada; 42% declararam que conversariam com um médico mesmo se o acesso sem prescrição fosse disponível.
Pode-se concluir que a internet, como fonte de contracepção de emergência, mostra-se limitada para mulheres de elevado status sócio-econômico na amostra analisada. Os médicos devem estar preparados para orientar as pacientes, apesar de as pílulas de emergência serem agora disponíveis para muitas mulheres sem prescrição.
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