Ritalina, de novo...




O uso da Ritalina não se restringe a um único quadro clínico, como pode parecer para a maioria das pessoas.

A ritalina é o nome comercial do metilfenidato, um estimulante comumente usado para tratar pessoas hiperativas com transtorno de déficit de atenção.

A ritalina também é um dos principais remédios usados para tratar sintomas de sonolência diurna decorrente de narcolepsia (condição neurológica na qual há episódios irresistíveis de sono) e síndrome de fadiga crônica.

Ela também vem sendo começada a ser usada no tratamento de fadiga relacionada a câncer.

É indicada no tratamento de pessoas que sofrem ou de narcolepsia, ou de déficit de atenção e hiperatividade.

O metilfenidato é um estimulante do sistema nervoso central, que reduz o comportamento impulsivo e facilita a concentração no trabalho e outras tarefas.

Adultos que têm hiperatividade com transtorno de déficit de atenção dizem que a ritalina melhorou sua capacidade de concentração em tarefas e capacidade de "organizar a vida".

Uma pesquisa de 2006 para avaliar a segurança do metilfenidato sobre o cérebro em desenvolvimento descobriu que animais com capacidade psicomotora prejudicada melhoraram com o tratamento.

Isso indicaria que em pacientes com hiperatividade com transtorno de déficit de atenção a ritalina poderia ajudar positivamente no desenvolvimento cerebral.

Quando usada sob prescrição médica nas dosagens corretas a ritalina geralmente é bem tolerada pelos pacientes.

Os efeitos colaterais reportados da ritalina incluem: psicose, dificuldade de dormir, alterações e oscilações no humor, nervosismo, dor estomacal, diarréia, dor de cabeça, diminuição do desejo sexual (libido), sangramento na gengiva e pele (muito raros), falta de apetite que ocasiona perda de peso (como qualquer anfetamina), e boca seca.

Internacionalmente o metilfenidato é classificado como substância controlada pela Convenção de Substâncias Psicotrópicas pois, apesar do seu valor médico, apresenta grande probabilidade de abuso por causa do seu potencial de dependência.

Nos Estados Unidos a ritalina vêm sendo usada ilegalmente sem prescrição médica por estudantes para ajudar no desempenho acadêmico.

No Brasil estudantes estão usando a ritalina para aumentar a concentração e diminuir o cansaço visando elevar o desempenho escolar. Executivos também vêm abusando da ritalina para melhorar a performance no trabalho.

Além disso, muitas pessoas que desejam emagrecer usam a ritalina indevidamente por causa do seu possível efeito colateral de provocar perda de apetite que poderia ocasionar emagrecimento. Todas as pessoas que usam a ritalina indevidamente sem orientação médica estão colocando risco sobre a saúde e relacionamentos sociais.
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