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Mostrando postagens de 2014

Happy new year!

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Feliz Ano Novo para todos!

Café: amigo e vilão!

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O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo. Consumidores, entretanto, se mostram preocupados com os efeitos da bebida sobre a saúde, especialmente porque estudos contraditórios sobre benefícios e riscos da substância são publicados a cada mês.

Agora, o Centro para Ciências de Interesse Público dos EUA fez uma extensa revisão dos mais importantes estudos divulgados.

A cafeína foi absolvida, de acordo com uma reportagem publicada pelo jornal “New York Times”.

Abaixo, os principais pontos da análise:

HIDRATAÇÃO: Bebidas com cafeína sempre foram apontadas como diuréticas. Mas estudos recentes sustentam que o consumo de até 550 miligramas de cafeína não produz mais urina do que o consumo equivalente de outra bebida. Somente acima desse valor, a substância é diurética.

PROBLEMAS CARDÍACOS: Pacientes cardíacos, sobretudo os que apresentam pressão alta, são normalmente orientados a evitar o café, um conhecido estimulante. Mas uma análise feita a partir de dez estudos, reunindo, ao …

Banana

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A banana é rica em potássio, um elemento químico da maior importância para o saudável funcionamento do coração, é fonte de carboidratos, vitamina A, B6, B12 e C, potássio, ferro e cálcio.

De maneira geral têm sido circulados publicamente os seguintes aconselhamentos sobre a importância do consumo regular da banana:

Uma banana - caso desejar-se uma solução rápida para baixos níveis de energia não há melhor lanche que a banana. Contendo três açúcares naturais: sacarose, frutose e glicose combinados com fibra, a banana dá uma instantânea e substancial elevação de energia.

Duas bananas - pesquisas comprovam que apenas duas bananas fornecem energia suficiente para 90 minutos de exercícios.

Não é à toa que a banana é a fruta nº 1 dos melhores atletas do mundo!

Mas, energia não é a única forma de ajudar a ficar em forma. A banana também contribui para prevenir um grande número de doenças e condições físicas, o que a torna obrigatória na dieta cotidiana.

Três bananas - Três bananas ao dia …

Açaí

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O primeiro maior antioxidante do mundo é o açai, segundo o cientista americano Dr. John Kerboc.

Na opnião de outros pesquisares, o indice ORAC (capacidade anti-oxidante) do cacau em pó puro é maior que a do acaí, enfim.... provavelmente o açaí seja o segundo maior anti-oxidante do planeta.

- O açaí contêm 33 vezes mais antocianinas que a uva!

- O açai contêm 16 Aminoácidos (os mais presentes ácido aspártico e ácido glutâmico) o seu perfil de aminoácidos é semelhante ao do ovo

- O Açaí (Euterpe oleracea) é um fruto de cor púrpura escuro produzida por uma palmeira que cresce na amazónia.

- Possui um efeito anti-oxidante pelo seu altíssimo conteúdo em substâncias para tal fim, calcula-se que tem 33 vezes o conteúdo em anti-oxidantes que possa ter a uva preta.

- Considerado um energético por este motivo é muito apreciado entre os desportistas já que lhes proporciona energia e vitalidade

- Combate o envelhecimento, pelo seu potente efeito anti-oxidante e a sinergia de todos seus nutrie…

Testosterona

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A testosterona é o hormônio ligado à "libido".

É um hormônio esteróide com propriedades anabólicas [Anabolismo (do grego: ana = para cima; ballein = lançar) é a parte do metabolismo que conduz à síntese de moléculas complexas substâncias a partir de moléculas mais simples]e androgénicas [Andrógeno é o termo genérico para qualquer composto natural ou sintético, geralmente um hormônio esteróide, que estimula ou controla o desenvolvimento e manutenção das características masculinas em vertebrados ao ligar-se a receptores andrógenos. Isso inclui a atividade dos órgãos sexuais masculinos acessórios e o desenvolvimento de características sexuais secundárias masculinas. Os andrógenos, que foram descobertos em 1936, também são chamados de hormônios androgênicos ou testóides. Os andrógenos também são os esteróides anabólicos originais. Eles também são precursores de todos os estrógenos, os hormônios sexuais femininos. O primeiro e mais bem conhecido andrógeno é a testosterona].

- é…

HORMÔNIO DO CRESCIMENTO - HGH - HUMAN GROWTH HORMONE

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O que o diferencia HGH dos outros hormônios é que, enquanto os outros agem principalmente de forma preventiva, detendo o avanço do envelhecimento, o Hormônio do Crescimento age principalmente revertendo alguns efeitos do envelhecimento, além de retardar o ritmo da evolução do processo de envelhecimento.

Por isso se costuma dizer que o hormônio do crescimento atua atrasando o relógio biológico.

É também chamado de hormônio de antienvelhecimento ou de pró-longevidade, ao lado do estrógeno, da testosterona, da pregnenolona, da melatonina e do DHEA.

É o responsável pelo crescimento da criança durante a fase de crescimento. Em sua ausência ou deficiência surge o nanismo ou incapacidade de crescer;

Trata-se de uma proteína globular, com 191 aminoácidos em sua estrutura e tem uma atividade específica, isto é, cada espécie de animal possui o seu próprio tipo de Hormônio do Crescimento;

Trata-se de uma molécula relativamente pequena, produzida na parte anterior da glândula hipófise, parte …

Hormônio Prolactina (antagonista da testosterona)

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"A secreção de prolactina pela hipófise é, normalmente, reprimida pela Dopamina presente no cérebro."


O desequilíbrio chama-se hiperprolactinemia

O aumento dos níveis de prolactina ocorrem quando há aumento de secreção deste hormônios em estruturas chamadas lactotrófos, situados na região anterior da hipófise, glândula cerebral responsável pela secreção de inúmeros hormônios, dentre eles a prolactina. A inibição da prolactina é por parte do hipotálamo.

A dopamina (apesar de não ser um peptídeo hipotalâmico) inibe fortemente a prolactina; tanto quando gerada no cérebro
ou quando aplicada no tecido hipofisário.

O aumento dos níveis de prolactina costumam causar vários sintomas clínicos, dentre eles, distúrbios menstruais, infertilidade e galactorréia (saída de leite pelos bico) na mulher, e por perda de libido e potência no homem.

Quando elevada impede a ação da Testosterona

A prolactina tem a capacidade de inibir a secreção do hormônio luteinizante (LH) e do folículo-estim…

Estrógeno

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O estrógeno protege o organismo contra o mal de Alzheimer, a osteoporose e as doenças cardíacas.

Além disso, mantém o tônus da pele e favorece a produção de colágeno, reduz o estresse e aumenta a lubrificação vaginal, mantendo o impulso sexual ativo.

O estradiol (E2), fabricado principalmente nos ovários e liberado na primeira fase do ciclo menstrual, tem como objetivo temperar o comportamento feminino com uma dose de sensualidade: sob sua influência, a mulher se expõe mais e adquire uma postura sedutora.

O estrógeno produz bom humor, clareza de espírito, disposição e vigilância, além de ajudar a equilibrar o apetite, atuando no metabolismo das proteínas, gorduras e carboidratos.

A produção desse hormônio começa na adolescência, quando é responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais secundários na mulher, e vai até a menopausa.

Menopausa é a parada de funcionamento dos ovários, ou seja, os ovários deixam de produzir os hormônios estrógeno e progesterona e de eliminar óvulos, …

Melatonina

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Além de induzir o sono, a Melatonina é um poderoso agente antioxidante que, como outros antioxidantes, pode retardar o processo de envelhecimento.

Como antioxidante a Melatonina possivelmente reduz o nível do hormônio catabólico cortisol.

Existem também evidencias de que a Melatonina estimula a produção de HGH - Hormônio do Crescimento.

É um neuro-hormônio produzido pelas glândula pineal e, acredita-se, apresenta como principal função regular o sono.

Esse hormônio é produzido a partir do momento em que fechamos os olhos.

Na presença de luz, entretanto, é enviada uma mensagem neuro-endócrina bloqueando a sua formação, portanto, a secreção dessa substância é quase exclusivamente determinada por estruturas fotossensíveis, principalmente à noite.

A Melatonina é uma substância classificada como indolamina e tem como precursora a serotonina, um importante neurotransmissor.

Especula-se que a as estruturas fotoreceptivas, da retina e da glândula pineal, produzem a Melatonina, modifican…

O alho: héroi e vilão.

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O Óleo de alho contém: compostos sulfurados, incluindo aliina, compostos produzidos enzimaticamente a partir da aliina, como alicina (dialil tiosulfinato), alilfpropil disulfide, dialil disulfide, dialil trusulfide; ajoeno e vinilditiinas (produtos secundários da aliina produzidos não enzimaticamente); s-alilmercaptocisteína (ASSC) e s-metilmercaptocisteína (MSSC); terpenos incluindo citral, geraniol, linalool, alfa e beta-felandreno.

COMPOSIÇÃO EM CADA 100 GRAMAS

Energia => 140,00 kcal
Carboidratos => 29,30 g
Proteínas =>5,30 g
Lipídios => 0,20 g
Fibras => 1,66 g
Potássio => 4 00,00 mg
Vitamina B1 (Tiamina) => 02,00 mcg
Vitamina C (Ácido ascórbico) => 31,10mg
Ácido Fólico =>v3,10 mg
Fósforo => 150,00 mg
Cobre => 0,26 mg
Cálcio => 181,00 mg
Selênio => 24,90 mg
Ferro => 1,70 mg
Zinco => 8,83 mg

Os componentes sulfurados dos nutrientes atuam na prevenção de doenças cardiovasculares, pois reduzem a pressão arterial e as taxas de LDL(colestero…

A Leptina

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O reconhecimento de que as células de gordura estão longe de serem inertes apareceu em 1995 com a descoberta da LEPTINA, hormônio que sinaliza ao cérebro quanto de gordura o corpo possui, desta forma o cérebro pode ajustar a ingesta alimentar e o metabolismo permitindo que o armazenamento de gordura seja mantido em certos níveis.

Quanto maior a quantidade de gordura que a pessoa possui, maior será o nível de LEPTINA.

Embora inicialmente os pesquisadores pensassem que a LEPTINA poderia ser utilizada para o tratamento da obesidade, eles rapidamente descobriram que a maioria dos obesos é resistente aos efeitos da LEPTINA.

O tecido adiposo é crivado de células do sistema imune chamadas de macrófagos, as quais liberam substancias que causam inflamação, e hoje se pensa que estas substâncias possuem um papel importante nas doenças cardíacas.

As células gordurosas produzem hormônios adicionais que afetam a sensibilidade do corpo a insulina e estão altamente ligadas ao desenvolvimento da d…

Índice glicêmico

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O índice glicêmico é um indicador baseado na habilidade da ingestão do carboidrato (50g) de um dado alimento elevar os níveis
de glicose sanguínea pós-prandial, comparado com um alimento referência, a glicose ou o pão branco.

- O corpo não absorve e digere todos os carboidratos na mesma velocidade;

- O índice glicêmico não depende se o carboidrato é simples ou complexo. Ex: o amido do arroz e da batata tem alto índice
glicêmico quando comparado c/ o açúcar simples (frutose) na maçã e pêssego, os quais apresentam um baixo índice glicêmico.

- Fatores como a presença de fibra solúveis, o nível do processamento do alimento, a interação amido-proteína e amido-gordura,
podem influenciar nos valores do índice glicêmico.

Alimentos de alto índice glicêmico (> 85) => exemplo: Pão branco = 101;

Alimentos de moderado índice glicêmico (60-85) => exemplo: Pêssego enlatado = 67;

Alimentos de baixo índice glicêmico (< 60) => exemplo: FEijão manteiga = 44.

Como se vê, as aparências …

Cardiopatias Congênitas

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Cardiopatias congênitas (doenças cardíacas congênitas - veja o esquema de uma delas, a comunicação inter-ventricular, ou CIV, acima) são uma forma genérica de referir-se às anormalidades na estrutura física ou funcional do coração que se formam durante a gestação e que, portanto, já estão presentes antes mesmo do nascimento.

Costuma-se classificar também como cardiopatia congênita os defeitos das raízes dos grandes vasos sanguíneos que partem do coração.

Segundo a American Heart Association, esse defeito afeta cerca de uma em cada cem crianças, sendo uma das principais causas de óbito entre as malformações em recém-nascidos.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil nascem por ano cerca de 24 mil crianças com cardiopatias congênitas e 19 mil delas necessitam de tratamento cirúrgico.

O coração normal é uma estrutura muscular, constituído por quatro câmaras, sendo duas delas do lado direito e duas do lado esquerdo, uma superior e uma inferior de cada lado.

As câmaras superiores de c…

Cistografia

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A cistografia é um procedimento diagnóstico que utiliza imagens de raios X contrastados para examinar a dinâmica urinária da bexiga.

Para isso, uma substância radiopaca é injetada na bexiga, através de um cateter introduzido pela uretra, o que faz com que o órgão possa ser visto mais claramente.

Em seguida são tomadas radiografias da bexiga.

Pode haver várias razões para o médico recomendar a cistografia.

Ela pode ser realizada para pesquisar a causa de hematúria, de infecções recorrentes do trato urinário ou para avaliar o estado do sistema urinário.

A cistografia também pode ser usada para avaliar as causas de problemas como o esvaziamento da bexiga, a incontinência urinária, obstruções e estreitamentos dos ureteres ou da uretra, bem como o crescimento da próstata.

Ela pode ainda ser realizada antes e depois de certas operações da coluna vertebral para avaliar possíveis problemas com os nervos da bexiga a partir da espinha ou após um trauma e para avaliar um eventual dano à pa…

Dissecção de Aorta

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A dissecção da aorta é um descolamento das camadas desse vaso que é a maior artéria do corpo, fazendo com que o sangue circule entre elas, forçando-as, enquanto o revestimento externo permanece intacto.

Assim, se origina um novo canal dentro da parede aórtica, pelo qual o sangue também passa a circular.

A dissecção da aorta é sempre uma emergência médica e pode por consequência levar à morte rapidamente, mesmo com um tratamento adequado, seja por um rompimento catastrófico ou por embolização da artéria.

Em geral, a dissecção da aorta é um fenômeno agudo, mas também pode manifestar-se de maneira crônica.

A causa da maioria das dissecções aórticas é a deterioração da parede arterial, geralmente causada pela hipertensão arterial, contada em mais de 75% das pessoas que sofrem esse problema.

Outras causas incluem doenças hereditárias do tecido conectivo, anomalias cardiovasculares congênitas, persistência do canal arterial, defeitos da válvula aórtica, arteriosclerose e lesões traumát…

Delirium no idoso

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O delirium, ou estado confusional, é uma síndrome psiquiátrica aguda que acomete um grande número de pacientes idosos hospitalizados.

O delirium tem sempre uma etiologia orgânica, na maioria das vezes uma doença sistêmica que provoca alterações no metabolismo cerebral.

Toda condição que altere a função cerebral pode resultar em delirium, mas o desenvolvimento dele é facilitado pela associação dessa alteração com fatores como idade avançada, presença de demência, déficits sensoriais ou cognitivos prévios, dependência funcional e/ou múltiplas comorbidades.

As condições precipitantes do delirium são, principalmente, doenças infecciosas, afecções pulmonares, cardiovasculares e cerebrovasculares, alterações metabólicas, uso ou retirada de certas medicações e cirurgias.

Muito resumidamente, pode-se dizer que o delirium é causado por uma perturbação reversível das funções neurais decorrentes de distúrbios metabólicos sistêmicos. A atividade neural depende, para seu correto funcionamento, …

DHEA

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Pesquisas indicam que baixos níveis de DHEA seriam responsáveis por muitas doenças degenerativas e pelo envelhecimento acelerado.

Considerou-se o envolvimento do hormônio em diversos problemas de saúde, entre eles o Mal de Alzheimer, doenças auto‑imunes e outras doenças imunológicas, o câncer, a síndrome da fadiga crônica, o diabetes, doenças cardíacas, colesterol alto, problemas de memória, obesidade, osteoporose e distúrbios provocados pelo estresse.

Pela definição, hormônios são substâncias que ativam, inibem ou modulam a atividade de outras células alvo, em órgãos distantes de seu local de origem.

Isto faz com que a DHEA seja, por enquanto, um hormônio apenas no nome, uma vez que, nas atuais circunstâncias,é desconhecido o que ele realmente faz no corpo.

O que se sabe é que ele é facilmente convertido em outros hormônios, em especial na testosterona ou em estrógeno.

Trata-se de um esteróide natural produzido na glândula supra-renal e nas gônadas, cuja estrutura é precursora d…

Insulina como anabolizante corporal

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Pâncreas: responsável pela insulina, hormônio que permite a entrada de glicose nas células, gerando energia.

Também faz o glucagon, outro regulador do nível de glicose no sangue.

A insulina é um hormônio que é produzido e secretado na corrente sanguínea pelo pâncreas, que é um órgão glandular situado na cavidade abdominal, atrás do estômago.

É um hormônio de armazenamento e transporte de nutrientes para seus respectivos destinos.

A gordura é um nutriente e, como tal, é transportada para o tecido adiposo ( vira combustível - energia para o corpo ).

Se os carboidratos são ingeridos em excesso todos os dias - vai ocorrer uma diminuição da capacidade de otimização do uso desse excesso - resultando em gordura corporal ( excesso de combustível é sinônimo de excesso calórico )

A insulina é uma "faca de dois gumes."

De um lado, você tem propriedades anabólicas (construção muscular) .

O principal papel da insulina é regular o nível de açúcar no sangue (quando o carboidratos s…

Vacina tríplice bacteriana

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Chama-se vacina tríplice bacteriana à associação de vacinas contra a difteria, o tétano e a coqueluche, as quais podem ser aplicadas de uma só vez.

A vacina contém toxoide diftérico, toxoide tetânico e a bactéria Bordetella pertussis inativada em suspensão, sendo apresentada em forma líquida em frascos com múltiplas doses ou ampolas com dose única.

A difteria é uma doença causada por um bacilo que frequentemente se aloja nas amígdalas, faringe, laringe e nariz.

A transmissão se dá através de gotículas de secreção respiratória, eliminadas por tosse, espirro ou ao falar.

O tétano é uma doença não contagiosa, transmitida de forma acidental ou neonatal.

A forma acidental geralmente acomete pessoas que contraem o bacilo do solo contaminado, através de ferimentos ou lesões na pele.

O tétano neonatal é devido ao uso de instrumentos inadequadamente esterilizados ou uso de substâncias contaminadas no coto umbilical.

A coqueluche, cujo agente etiológico é a bactéria Bordetella pertussis…

Homeopatia

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Homeopatia (do grego ὅμοιος + πάθος transliterado hómoios - + páthos = "semelhante" + "doença") é uma forma de terapia alternativa iniciada por Samuel Hahnemann (1755-1843) quando em 1796 publica a sua primeira dissertação.

Baseia-se no princípio similia similibus curantur (semelhante pelo semelhante se cura), ou seja, o tratamento se dá a partir da diluição e dinamização da mesma substância que produz o sintoma num indivíduo saudável.

A homeopatia reconhece os sintomas como uma reação contra a doença.

A doença é uma perturbação da energia vital e a homeopatia provoca o restabelecimento do equilíbrio.

É o segundo sistema médico mais utilizado no mundo.

Pesquisas científicas têm mostrado que os remédios homeopáticos são ineficazes e seu mecanismo de funcionamento implausível.

Outras pesquisas no entanto, tem mostrado diferença entre os efeitos de medicamentos homeopáticos e placebo.

Entre a comunidade médica e científica internacional (a "tradicional"…

"Tosse comprida" ou Coqueluxe

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Coqueluche, também conhecida por pertussis ou tosse comprida, é uma moléstia infectocontagiosa aguda do trato respiratório transmitida pela bactéria Bordetella pertussis.

Os casos da doença têm aumentado em diversos países, nos últimos anos.

O contágio se dá pelo contato direto com a pessoa infectada ou por gotículas eliminadas pelo doente ao tossir, espirrar ou falar.

A infecção pode ocorrer em qualquer época do ano e em qualquer fase da vida, mas acomete especialmente as crianças menores de dois anos.

Coqueluche é uma doença recorrente, de notificação compulsória ao Ministério da Saúde.

Principalmente nas crianças e nos idosos, ela pode evoluir para quadros graves com complicações pulmonares, neurológicas, hemorrágicas e desidratação.

De acordo com dados fornecidos pela OMS, em 2010, houve aumento significativo dos casos de coqueluche em adolescentes e adultos no Brasil.

Na América Latina, eles praticamente triplicaram em cinco anos.

Casos de coqueluche costumam ser mais raros n…

Antidepressivos atípicos

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Até que apareça um termo melhor, são atípicos os antidepressivos que não se caracterizam como Tricíclicos, como Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina e nem como Inibidores da MonoAminaOxidase.

Alguns desses Antidepressivos Atípicos aumentam a transmissão noradrenérgica, através do antagonismo de receptores a2 (pré-sinápticos) no sistema nervoso central, ao mesmo tempo em que modulam a função central da serotonina por interação com os receptores 5-HT2 e 5-HT3, como é o caso da Mirtazapina.

A atividade antagonista nos receptores histaminérgicos H1 da Mirtazapina é a responsável por seus efeitos sedativos, embora esteja praticamente desprovida de atividade anticolinérgica.

Outros atípicos são inibidores da recaptação de Serotonina e Norepinefrina, alguns inibindo também, a recaptação de dopamina. É o caso da Venlafaxina e da Mirtazapina, por exemplo. Algumas dessas drogas também costumam reduzir a sensibilidade dos receptores beta- adrenérgicos, inclusive após administração a…

Tieróide: crise tireotóxica

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A crise tireotóxica ou tempestade tireoidiana é uma rara complicação do hipertireoidismo que envolve risco de morte.

Geralmente ela é um evento agudo que exige tratamento imediato, sendo, pois, uma emergência médica.

A crise tireotóxica pode desenvolver-se espontaneamente, porém ocorre mais frequentemente em pessoas com hipertireoidismo não tratado ou com tratamento deficitário.


O hipertireoidismo (doença de Graves, bócio multinodular tóxico ou adenoma funcionante autônomo, etc.) é a principal causa da crise tireotóxica.

As infecções são os fatores precipitantes mais importantes, mas outras condições clínicas podem estar associadas com o rápido aumento nos hormônios tireoidianos: cirurgia tireoidiana, suspensão brusca do tratamento do hipertireoidismo, iodoterapia radioativa, palpação vigorosa da tireoide, traumatismo na região cervical e uso excessivo de hormônio tireoidiano.

Os mecanismos pelos quais os fatores que levam à descompensação do hipertireoidismo desencadeiam a crise …

Suco de beterraba para o controle da Hipertensão Arterial

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Ensaio clínico publicado pelo periódico Hypertension, mostrou que o uso de nitrato dietético na forma de suco de beterraba, todos os dias, por mais de quatro semanas, reduz significativamente a pressão arterial em comparação com o placebo em pacientes hipertensos.

O Dr. Vikas Kapil e colaboradores da Barts and the London School of Medicine and Dentistry, em Londres, observaram reduções significativas na pressão arterial (PA) sistólica e diastólica medidas em clínica médica, em casa ou por monitoração ambulatorial da pressão arterial (MAPA) entre os pacientes que beberam 250 ml de suco de beterraba por dia, para uma dosagem de nitrato de aproximadamente 6,4 mmol/dia.

A mesma quantidade de suco de beterraba com depleção de nitrato serviu como placebo neste estudo.

A análise incluiu pacientes hipertensos com idades entre 18 e 85 anos.

As melhorias na função endotelial e uma redução da rigidez arterial também foram observadas no grupo que ingeriu nitrato dietético em comparação com nen…

Hormonioterapia antineoplásica

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Hormônios são substâncias químicas específicas fabricadas pelas glândulas do sistema endócrino ou por neurônios especializados e liberados em pequenas doses na corrente sanguínea.

Eles agem à distância regulando funções vitais como crescimento, desenvolvimento, reprodução, processos metabólicos dentre outras funções.

O termo hormônio provém do grego ormao, que significa evocar ou excitar e foi primeiramente utilizado, em 1905, pelo fisiologista inglês Ernest Staling.

Ele definiu os hormônios como mensageiros químicos, carregados do órgão em que são produzidos para o órgão de destino pela corrente sanguínea.

A hormonioterapia antineoplásica é uma manipulação do sistema endócrino para tratar algumas neoplasias malignas e seu objetivo é impedir que os hormônios se liguem a seus receptores e atuem como fator de crescimento das células malignas.

Ela é a terapia mais eficiente para tratar os tumores malignos que tenham os chamados receptores hormonais para o estrogênio ou para a proges…

Retenção urinária

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Retenção urinária é a incapacidade total ou parcial de esvaziar a bexiga com o esforço urinário fisiológico e pode acontecer porque o paciente não consegue começar a urinar ou mesmo se começa, não consegue esvaziar completamente a bexiga.

Ela pode ser aguda ou crônica.

Na retenção aguda a pessoa não consegue urinar, mesmo estando com a bexiga cheia; na retenção crônica as pessoas podem ser capazes de urinar, mas têm problemas para esvaziar completamente a bexiga.

Isso resulta em resíduo de urina na bexiga, em decorrência da incapacidade de eliminar a urina, o que favorece em muito as infecções urinárias e a formação de cálculos.

Ela pode acontecer em virtude de causas obstrutivas ou não obstrutivas.

Se houver uma obstrução como, por exemplo, a causada por pedras nos rins, a urina não consegue fluir livremente através do trato urinário. As causas não obstrutivas da retenção urinária incluem enfraquecimento dos músculos da bexiga e/ou problemas na sua inervação.

Se os nervos não e…

Bexiga neurogênica

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Chama-se bexiga neurogênica o mau funcionamento da bexiga devido a doenças do sistema nervoso central ou nervos periféricos envolvidos no controle da micção, que fazem com que o indivíduo não consiga controlar adequadamente o ato de urinar.

Tanto pode ser afetada a musculatura da bexiga como os seus esfíncteres.

A bexiga pode se tornar hipoativa, incapaz de contrair-se voluntariamente ou hiperativa, com perda involuntária de urina.

No primeiro caso ela se apresentará como relaxada e flácida e no segundo como hipertônica e contraída.

As causas da bexiga neurogênica podem ser genéticas ou dever-se a doenças neurológicas reversíveis ou irreversíveis, compressão da cauda equina (conjunto de raízes anteriores e posteriores que saem do intumescimento lombar da medula), acidente que lesiona a coluna ou doenças neurológicas degenerativas.

Condições nervosas ou neurológicas anômalas alteram a contratilidade dos músculos da parede da bexiga, tornando-os hipotônicos ou hipertônicos e/ou afet…