Cera de ouvido... (?)




A cera do ouvido é composta de óleo e células mortas da pele que envolve o conduto auditivo. Ela é responsável por lubrificar o revestimento do ouvido, mantendo esta região adequadamente umidificada para protegê-la contra infecções.

Há quem pense que esta cera corresponda a falta de higiene ou sujeira, mas não é essa a verdade. A cera do ouvido tem sua função e precisa ser respeitada nesse aspecto. Pessoas que não produzem cera de ouvido em quantidades necessárias para a manutenção destas funções, reclamam de infecções recorrentes e de dores de ouvido com maior freqüência do que as demais pessoas, portanto, há necessidade de presença de cera em nosso ouvido.

Entretanto, se ela é produzida em quantidade excessiva, certamente irá prejudicar a audição e, ao invés de proteger contra infecção, poderá ser causa dela, então precisará ser retirada do conduto auditivo, mas nunca por um cotonete, como já citei em matéria anterior.

Vá ao otorrino para que ele faça a retirada com aparelho adequado ou prescreva para você um medicamento adequado para que esta cera seja retirada aos poucos de sua orelha.

Há dois tipos conhecidos de cera de ouvido, a saber: a seca e a úmida, sendo que a maioria das pessoas das raças negra e branca tem o ouvido úmido e os asiáticos e indígenas possuem a cera seca.

Curiosamente, cientistas descobriram que o câncer de mama pode ser mais freqüente em mulheres que têm a cera úmida em seu ouvido. Qual a relação? Não se sabe: é apenas um dado estatístico que ainda precisa ser melhor compreendido.

Mas, para que seu organismo não produza muita cera em seu ouvido, você pode tentar controlar alguns fatores, como alimentos ricos em gorduras, ingestão de bebidas alcoólicas (sim, o álcool aumenta a produção desta simpática cera!) e, para ajudar a reduzir a produção excessiva, a atividade física é fundamental.

Bons exercícios!
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